Imposição no pensamento
Há quem queira a formatação da
opinião pública por quem defende a ideologia de pensamento único.
Nesses, encontram-se os tais que
defendem uma aberração: de que não tem nada de haver meninos e meninas, homens
e mulheres.
Portanto a criança nascer com
pilinha não quer dizer que seja menino e ter pipi já não quer dizer que seja
menina. Parece que teremos de evitar esse “erro de distinção à nascença” e
permitir que mais tarde a criatura se queira definir. Os papéis de género
tradicionais estão ultrapassados, dizem el@s. A criatura é que deve dizer se
gosta mais de ser o que não é ou manter o que é.
Este um dos tipos de pensamento
único que as minorias pretendem confrontar a maioria. Maioria que tem mais que
fazer do que pensar na “estupidez da igualdade de género” e que já é bem
assediada por outras minorias que se intitulam de vegetarianos, de veganos, de
gays, de animalistas e que tais, sempre pront@s a estar presentes em
manifestações mais ou menos coloridas e extravagantes.
Parece que caminhamos, cada vez
mais, para uma sociedade mal estruturada, pseudointelectual e estupidificante.
A tal sociedade da “ideologia do pensamento único e formatação dos indivíduos”
que aparece abusivamente nas democracias.
Alguns podem chamar a esse
movimento o que quiserem, mas a maioria da população não o deseja, nem o quer.
Não quer esse vírus mental!
Manuel
Peralta Godinho e Cunha
Dezembro
de 2024

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