Ventos

 

     Há brisas mais fortes e surpreendentes

          Vendavais medonhos que tudo destroem

          Ventos cruzados que amedrontam as gentes

Há ventos brutais que magoam e doem                                       

Ventos atrozes com chuva de nortadas

Há vento suão que as faces abrasam

Ciclones horrendos com enxurradas      

Ventanias nos campos que tudo arrasam                          

Ventos gelados que param as correntes

Das águas das fontes que ficam geladas      

Caravelas quietas por ventos ausentes

Remoinhos ventosos e ondas dobradas

Vento na arena que destapa toureiros

Vento maldito de medos verdadeiros       

 

Manuel Peralta Godinho e Cunha



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